Fake news é um assunto que vem sendo muito comentado nos últimos anos, já teve influência direta em duas eleições, empresa sendo processada e a tendência é cada vez aumentar. Com a utilização de tecnologias como IA, uma técnica de aprendizado de máquina utilizada para criação de vídeos falsos é a chamada Rede Generativa Adversarial. Surgiu-se uma nova forma de se fazer fake news, a Deep Fake.
Ela consiste em criar vídeos fakes, por meio do mapeamento de dois rostos, um o original como referência e o outro rosto que será usado para realizar os gestos e movimento. Com tal técnica podemos ter resultados como o abaixo:
Ao pesquisar “deep fake” nas imagens do google, diversas imagens de Barack Obama e de Donald Trump são exibidas, e cópias perfeitas que seriam compartilhadas facilmente naquele grupo do Whatsapp.
Existe um aplicativo chamado FakeApp disponível para windows, utiliza o framework de de inteligência artificial da Google TensorFlow, permite que o usuário crie e compartilhe vídeos com a face substituída.
É grande o poder destrutivo das deep fakes, no Brasil aconteceu uma experiência com fake news mais simples sendo compartilhadas massivamente no WhatsApp, se formos colocar complexas como as diversas que podem ser achadas na internet poderia facilmente enganar até olhos mais atentos, já aconteceu diversos casos de celebridades terem seus rostos trocados por atrizes porno e também a chamada “pornografia de vingança”.





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